CRIME SCENE: HISTÓRIAS REAIS, ASSASSINOS REAIS

AVISO

ESTE POST PODE CONTER IMAGENS FORTES, TALVEZ NÃO SEJA RECOMENDADO PARA TODOS OS TIPOS DE LEITORES. SE VOCÊ FOR ADIANTE, NÃO ME CULPE SE A CONTA DE LUZ DA SUA CASA AUMENTAR!!

Quando eu era criança não demorou para eu perceber que os monstros que aparecem em filmes são assustadores, mas que existe uma outra categoria de monstros que me assusta muito mais. Já passei noite e noite sem dormir quando criança, ou indo dormir no quarto dos meus pais. O pior dia para isso acontecer era aos domingos, quando passava um programa (na verdade passa até hoje), uma revista semanal de fatos que muda de uma reportagem bonitinha sobre o reino animal, para um caso de assassinato assim sem aviso.

Quando eu “ouvia” porque nessa hora meus olhos estavam muito fechados, já me sentia horrorizado em ouvir detalhes macabros de alguns casos, e sempre tinha a “sorte” de abrir os olhos justamente quando aparecia a cara do criminoso.  (quantas vezes não dormi pensando na música dos Ursinhos Carinhosos para esquecer tantas atrocidades?)

Anos depois tivemos o romanceamento dos Serial Killers, existe até um certa empatia do público com algum deles. Como meu objetivo aqui é somente compartilhar algumas memórias, e oferecer uma lista de livros publicados pela editora DarkSide Books que é capaz de te fazer dormir de luz acesa, vamos a eles:

(Quem precisar de música dos Ursinhos Carinhosos para dormir, entre em contato)

 

ENTRE NA MENTE DOS PSICOPATAS

Serial Killers, Anatomia do mal – O dossiê definitivo sobre assassinos em série

O que faz  gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein, o psicopata americano que inspirou os mais célebres maníacos do cinema, como Norman Bates (Psicose, de Alfred Hitchcok), Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica, de Tobe Hooper) e Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme). Como explicar a compulsão por  matar e  o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta fúria?

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As respostas estão no novo lançamento da editora DarkSide Books: Serial Killers, Anatomia do Mal, dossiê definitivo sobre o universo sombrio dos psicopatas mais perversos da história. Escrito por Harold Schechter – que pesquisa o tema há mais de três décadas e já publicou, inclusive, a biografia de Ed Gein, Deviant (1998) -, o livro é referência fundamental a todos os que se interessam pelo universo da investigação e da criminologia.

Pontuado por curiosidades macabras, dados científicos e fatos pouco conhecidos sobre a trajetória dos principais criminosos em série dos Estados Unidos, Serial Killer, Anatomia do Mal abrange desde a criação do termo serial killer no início do século XX até  o fascínio exercido por matadores seriais na cultura pop (cinema, música e literatura).

Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu Serial Killers – Anatomia do Mal?

PROTEJA-SE AGORA

Você realmente conhece todas aquelas pessoas listadas como seus amigos? Se o velho ditado “quem vê cara não vê coração” for mesmo verdade, o que se pode dizer sobre todos aqueles avatares sorridentes que você adicionou?

A realidade, ainda que virtual, pode ser bem mais assustadora que a ficção. Enquanto um vampiro precisaria ser convidado para entrar, um psicopata on-line não vai perder a oportunidade de entrar quando encontra janelas abertas. Cuidado com o que você curte.

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SOCIAL KILLERS – AMIGOS VIRTUAIS, ASSASSINOS REAIS é um livro assustadoramente verdadeiro. Seus autores, RJ Parker e JJ Slate, reúnem alguns dos casos mais angustiantes de criminosos que usaram as redes sociais para se aproximar de suas vítimas. Stalkers, predadores sexuais, assassinos, canibais, torturadores. A lista, infelizmente, não é pequena. E novas solicitações de amizade continuam chegando a cada dia.

Parker e Slate deixam claro que esse não é um fenômeno novo. Muito antes da internet, criminosos usavam classificados de jornal para descobrir e atrair suas presas. Mas o anonimato da web permite que cada vez mais lobos usem roupas de cordeiro nas suas fotos de perfil.

Mas existe luz no fim do túnel. Analisando mais de 30 casos famosos, os autores demonstram como as forças da lei estão usando, com sucesso, as novas ferramentas de comunicação para investigar e prender foras da lei e desmantelar quadrilhas. E ainda ensinam dicas de segurança. O livro SOCIAL KILLERS – AMIGOS VIRTUAIS, ASSASSINOS REAIS é um alerta para todos nós, que passamos tanto tempo conectados.

Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu Social Killers. Amigos Virtuais, Assassinos Reais?

ELE SÓ QUERIA SER UM SUPERSTAR

Sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Crimes, estupros e assassinatos. Charles Manson fez de sua história a trilha sonora do fim do mundo. A metáfora favorita da América para o lado negro dá década de 1960, Manson foi o cabeludo que matou o sonho de Woodstock e o retrato perfeito de como toda aquela filosofia da geração paz e amor não funcionou.

Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.

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Manson, a Biografia consegue, contra todas as possibilidades, oferecer uma visão fresca e um complemento digno e, porque não, acima do até então melhor livro sobre o caso: Helter Skelter, de Vincent Bugliosi. Resultado de dois anos de pesquisas, o livro de Guinn oferece uma nova visão para aqueles que vivenciaram a turbulenta era de paz & amor assim como o contexto necessário para as gerações que vieram depois. Ler o livro é como vivenciar aquela época. Guinn consegue transportar o leitor para os dias de ira e caos, sexo e drogas, rock ‘n’ roll e celebridades, costurando o homem em seu ambiente, um ambiente perfeito e catastrófico, que forneceu todas as respostas que uma mente doentia como a de Manson ansiava em encontrar. O que emerge é um retrato sombrio, mas altamente convincente, de um “eterno predador social” que era “sempre o homem errado no lugar certo e na hora certa”. Prova disso é que em sua caçada desenfreada para ser tornar um superstar maior que os Beatles, Manson usou de seu discurso incendiário – que misturava caos, fanatismo religioso, cientologia e letras de músicas do Fab Four – para criar uma atmosfera magnética capaz de atrair aqueles que ele poderia usar para se tornar uma estrela. Dennis Wilson, baterista dos Beach Boys, foi um dos que caiu na armadilha.

O livro é também uma prova definitiva de que o mito da América dourada, hippie, livre e eterna enquanto durou foi apenas uma ilusão. Ilusão cujo significado dependia de quem a via: para os hippies, tranquila e orgástica; para o The Mamas & The Papas, um sonho californiano; para os Beatles, chapada como Lucy in the Sky; para os conservadores, suja e nojenta; para os estudantes protestantes, mentirosa e tirana. Ou ela poderia ser apocalíptica, sombria, e sangrenta, como a América dourada de Charles Manson.

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Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu Manson, a biografia?

O LIVRO QUE DEU ORIGEM À NOVA SÉRIE INVESTIGATIVA DA FOX

Ele construiu sua reputação escapando dos adversários. Mas dos campos de futebol americano para as rodovias de Los Angeles, muita coisa aconteceu. Agora era a polícia que corria atrás dele. O derradeiro touchdown de O.J. Simpson seria a bordo de uma caminhonete Ford Bronco, durante a primeira perseguição de carro transmitida ao vivo via satélite para todo o mundo.

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Vinte anos depois, é fácil enxergar O.J. Simpson apenas como um assassino frio que escapou das mãos da Justiça. Mas é preciso entender a dimensão daquele garoto de origem humilde, que saiu de um conjunto habitacional em São Francisco para virar símbolo do sonho americano. O.J. não era um réu qualquer.

Craque recordista da NFL, a liga de futebol americano, o ídolo O.J. estava acima do bem e do mal. Seria pouco compará-lo ao goleiro Bruno, condenado pelo desaparecimento da mãe de seu filho. Simpson era o equivalente a Pelé, Messi ou Neymar em seu país.

Figura carismática, O.J. atuou em diversos filmes de sucesso, como O Inferno na Torre e Corra que a Polícia Vem Aí. Ícone da cultura pop, foi garoto-propaganda de diversas marcas populares dos EUA e por pouco não ganha de Arnold Schwarzenegger o papel de protagonista em O Exterminador do Futuro.

Tente agora imaginar a comoção que um país inteiro sentiu ao ver um herói do porte de O.J. ser acusado de um crime tão brutal: o assassinato de sua esposa, Nicole Brown, e do amigo dela, Ronald Goldman, a facadas. Em 13 de junho de 1994, tinha início um dos mais infames casos da história criminal dos Estados Unidos.

Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu American Crime Story. O Povo Contra O.J. Simpson?

ESTUDANDO COM UM
SERIAL KILLER

Será possível identificar os traços de personalidade de um assassino antes mesmo que ele comece a matar? Imagine descobrir que um amigo seu de escola acabou se transformando num dos mais temidos serial killers do século? Essa é a história real que o quadrinista Derf Backderf relata na graphic novel MEU AMIGO DAHMER.

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MEU AMIGO DAHMER traz o perfil do psicopata Jeff Dahmer quando este ainda era um aluno do ensino médio. O autor do livro foi seu colega de turma nos anos 1970, e conviveu com o futuro “canibal de Milwaukee” com uma intimidade que Dahmer talvez só viesse a compartilhar novamente com suas vítimas. Juntos, Derf e Dahmer estudaram para provas, mataram aula, jogaram basquete.

Os dois tomaram rumos diferentes, e Derf só voltaria a saber do amigo pelo noticiário, anos depois. Em 1991, os crimes de Jeffrey Dahmer vieram à tona: necrofilia, canibalismo e uma lista de pelo menos 17 mortos, entre homens adultos e garotos. O primeiro assassinato teria acontecido meses após a formatura no colégio.

Além de remexer nos seus velhos cadernos e álbuns de fotografia, Derf consultou seus amigos de adolescência, antigos professores, os arquivos do FBI e a cobertura da mídia após a descoberta de seus crimes antes de roteirizar MEU AMIGO DAHMER.

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Muitos tinham histórias do garoto que costumava fingir surtos epilépticos, que exagerava na bebida antes mesmo de ir para a aula e que parecia ter uma fixação em dissecar os animais atropelados que encontrava perto de casa. Mas quem realmente poderia prever os caminhos sombrios pelos quais ele seguiria? Seria possível evitar tamanha tragédia? Leia e tente tirar suas próprias conclusões.

Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu Meu Amigo Dahmer?

RICHTHOFEN E NARDONI: DOIS CASOS QUE IMPACTARAM O CENÁRIO POLICIAL NACIONAL NA ÚLTIMA DÉCADA DISSECADOS EM UMA EDIÇÃO DE LUXO.

O assassinato do casal Richthofen e de Isabella Nardoni foram reunidos em um só livro e trazem novos detalhes observados por quem estava nos bastidores. A criminóloga Ilana Casoy, em CASOS DE FAMÍLIA: ARQUIVOS RICHTHOFEN E ARQUIVOS NARDONI, abre pela primeira vez seus cadernos de anotações utilizados durante a pesquisa na Polícia Civil, Científica e Ministério Público dos dois crimes, tudo isso com a qualidade quase psicopata de edição, uma marca registrada de todos os títulos da DarkSide® Books.

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A pedido da editora, Ilana Casoy mergulhou em suas anotações particulares para mais uma luxuosa reedição de suas obras, incluindo os inéditos fac-símiles de seus cadernos secretos.

Primeira autora nacional da DarkSide®, Ilana traz para seus leitores o mistério desvendado de comentários originais dela mesma no calor dos acontecimentos e descobertas. Além de acompanhar passo a passo o rumo das investigações e julgamento dos assassinos que romperam a linha da lei e do sagrado, os sentimentos e dúvidas da autora ficam agora expostos ao público.

Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu Casos de Família: Arquivos Richthofen e Arquivos Nardoni?

APÓS A MORTE,
A VERDADE VIVE

Há mais de 40 anos, ele desvenda segredos daqueles que já se foram, muitos de forma misteriosa e violenta. Não há nada de místico em seu trabalho. Devoto da ciência, o Dr. Vincent Di Maio é um dos mais renomados médicos forenses dos EUA, e ele resolveu dividir tudo o que aprendeu com os mortos em seu livro O Segredo dos Corpos.

CSI, Dexter, O Silêncio dos Inocentes, True Detective. A medicina forense tem sido uma fonte constante de inspiração para grandes narrativas policiais. Uma tradição que remonta às primeiras histórias de Sherlock Holmes no século XIX. Mas será que a arte imita mesmo a vida — ou, nesse caso, a morte? O que realmente acontece numa autópsia? Você não precisa mais morrer de curiosidade. Ler O SEGREDO DOS CORPOS é como estar dentro do necrotério, participando de uma verdadeira aula sobre patologia criminal. Sem o inconveniente cheiro do formol.

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O SEGREDO DOS CORPOS disseca casos surpreendentes que ajudaram a construir a reputação do legista. Como a exumação de Lee Harvey Oswald, suposto assassino do presidente Kennedy. Ou a investigação pela morte do adolescente Trayvon Martin, em 2012, na Flórida, crime que acabaria impulsionando o movimento Black Lives Matter, de denúncia contra o racismo na sociedade norte-americana.

O livro apresenta ainda casos reais de serial killers que ainda aterrorizam o imaginário popular. E num capítulo especial, o autor questiona o alegado suicídio de Vincent van Gogh. Atendendo a um pedido de Steven Naifeh e Gregory White Smith, coautores de Van Gogh: A Vida, biografia do pintor, Di Maio analisou o caso e acredita que a marca da ferida revelara que o tiro não poderia ser “auto-infligido”.

A verdade nua e crua é o que você pode esperar em O SEGREDO DOS CORPOS. Escrito a quatro mãos, duas delas no bisturi do Dr. Vincent Di Maio e as outras duas do veterano escritor Ron Franscell, parceiro de Vincent Bugliosi (autor de Helter Skelter), o livro revela surpresas a cada página. Conheça a história da medicina legal, as curiosidades de uma profissão que aparenta ser tão mórbida e sombria, e as razões que levam alguém a dedicar toda sua vida a pesquisar os mortos.

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O SEGREDO DOS CORPOS é um dos finalistas na categoria de não ficção do Edgar Allan Poe Awards de 2017, e chega ao Brasil pela DarkSide® Books.

Fonte: DarkSide Books

Ainda não leu O Segredo dos Corpos?

Você também pode se interessar por esses livros:

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4 comentários Adicione o seu

  1. Fabrício disse:

    Gostei da Foto. rsrsrrs
    O medo é uma coisa interessante, assuste e afeta o nosso imaginário. Quando gente é pequeno gente evita tudo que nos causa medo, já adultos as vezes até procuramos essa temática.
    Quando era menor era um garoto todo medroso, vivia fugindo de tudo que causa-se esse arrepio e pensamentos, levando a pesadelos anoite, hoje até gosto.
    Lembro do mesmo modo sentindo medo de tudo isso, mas quando jovem o que mais me dava arrepios eram as historias as lendas e tantos mitos. Pessoal jogando RPG falando de Vampiros, Lobisomens e Monstros me deixavam pensar sobre tudo e me transportavam pra possibilidade de tudo isso tornar-se realidade e me fizesse mal. Também não tive como fugir da realidade de minha região e as lendas Amazônicas com Matinta Pereira, Acauã, Rasga Mortalha e até as lendas urbanas como a velha Moça do taxi, a mulher de branco, a loira do banheiro, entre outras.
    Na tv entrava no medo das historias globalizadas e das lendas urbanas, as velhas historias de terror americanas contadas em acampamentos apresentadas tal de série de tv Goosebumps. Nisso vieram também os filmes como Bruxa de Blair, Efeitos Paranormais, Exorcismos em filmes de historias baseadas em fatos reais. Demorei para tomar coragem para ver esses filmes. (Para não falar também do desenho da Cartoon Network, por vezes meio macabro)
    Dai não demorou para partir para coisas mais reais, com os medo e o suste relatados em casos de assassinatos e seriais killers, no brasil isso não tem tanto uma cultura, mas a série Dupla Identidade da Gloria Perez foi uma série boa que ate fez algum sucesso, com atuação de Bruno Gagliasso. Lembro que com algum medo comecei a assistir aquele tal programa Linha Direta, acabei gostando, algumas historias antigas eram fascinantes.
    Basicamente foi esse meu contato com maior parte dessas historias. Confesso que não passei por muitos livros sobre o assunto. Mas gostei das sugestões.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Fabrício obrigado por compartilhar tua experiência. Acho que o programa Linha Direta foi responsável por mais medo e sustos do que muitos dos “filmes de terror” que existem. Confesso que já tenho medo de ouvir a música de abertura, imagina o programa em si.. hahahha no fundo gostamos de sentir medo.

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  2. Elis Costa disse:

    Saber administrar o medo é um dos fatores, que nós seres humanos devemos aprender. Mas, uma boa literatura de suspense e medo, sempre faz com algo a nossa volta possa ser questionado.
    Amei as dicas, já estão anotadas.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Elis, concordo com você. Decidi encarar alguns medos de frente, e acabei percebendo que eles perderam um pouco do poder de assustar. Agradeço pelo seu comentário!

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